Crise financeira do estado do RJ atinge a educação 

Por Ana Clara Evangelista

A situação da Uerj em 2016 e no início desse ano estava ameaçada pelo estado. Com a falta de salário, alguns servidores públicos entraram em greve, comprometendo o calendário da universidade.

“Desde 2015, nós vimos diminuir a destinação de recursos para a manutenção da Uerj, eu assumi a reitoria no início de 2016 e a manutenção ficou muitíssimo aquém do necessário.” Diz Ruy Marques, reitor da Uerj, que cita manutenção como limpeza, vigilância, de ascensorista, motoristas, serviços que são contratados com licitação pública, mas quem estava se responsabilizando pelos gastos era a universidade. Os alunos, com toda essa falta de estrutura nos cursos e as frequentes greves, sofriam.

Após tão pouco caso com a Uerj, a reitoria entendeu que o retorno às aulas deveria acontecer. O avanço no restabelecimento das condições mínimas de limpeza e segurança foi considerável, tendo em mente o prejuízo que os estudantes estavam submetidos, em especial, os de graduação e os do CAp.

Paralelo a isso, reconhece que o pagamento das bolsas estudantis não foi efetuado, em particular o da Bolsa Permanência, e que, sequer foi divulgado o calendário para o pagamento dos salários dos servidores docentes e técnico-administrativos, ativos e inativos.A Uerj pede a colaboração de todos que constituem a faculdade, pois a crise é grave. Portanto, a coletividade é inestimável.

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