A vida não é um jogo

“Blue whale challenge”, traduzido como o “jogo (ou desafio) da baleia azul” é um jogo mortal que contém vinte e oito regras que se repetem até chegar a quinquagésima, responsável por tirar a vida do jogador.

Denomina-se curador aquele que passa as instruções. As mesmas são passadas às 4h20 da manhã, horário que ocorre mais suicídios. Além do curador, há o chefe, um hacker que comanda todo o sistema do jogo mortal.

A polícia sugere que os pais fiquem atentos a qualquer comportamento estranho de seus filhos, como o isolamento e outras atitudes que possam indicar um quadro depressivo. Até o momento, foram registradas duas mortes no país, nos estados de Mato Grosso e Minas Gerais.

Um caso ocorrido com uma menina de 15 anos aqui no estado do Rio de Janeiro, Zona Oeste, preocupou toda a sociedade. Essa menina teria tentado cometer o último passo, porém foi impedida por sua mãe a tempo de evitar o suicídio. Ela relata que o jogo só aumenta o sofrimento e que não há uma saída para a depressão.

Para psicólogos, o mais apropriado é que os jovens sejam instruídos a procurar ajuda, conversar com os seus responsáveis se houver qualquer situação de perigo. Diante de qualquer acontecimento ou sintoma que possa apontar um diagnóstico de depressão ou de outro problema pessoal que estejam enfrentando, os jovens devem avisar aos responsáveis para que estes tomem as devidas providências.

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